Mostrando postagens com marcador Sul-Americano. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Sul-Americano. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Seleção Masculina - Brasil atropela o Uruguai e soma duas vitórias no Campeonato Sul-Americano

Mais uma vez, o Brasil não deixou o adversário chegar à casa dos 20 pontos no Campeonato Sul-Americano, disputado em Bogotá (Colômbia). Assim como aconteceu no jogo de estreia contra o Peru, a seleção atropelou o Uruguai por 3 sets a 0, parciais 25/17, 25/19 e 25/15, em 57 minutos, e manteve a invencibilidade na competição.


O Brasil volta à quadra nesta terça-feira, às 21h (de Brasília), para o confronto contra a dona da casa, a Colômbia. Mesmo pronto para encarar um rival mais difícil, Leandro Vissoto não subestima o valor das duas vitórias iniciais.


- É bom para dar um gás. É difícil jogar aqui na altitude. Falta um pouco de ar, mas estamos nos virando bem. Usaremos todos os confrontos para pegar experiência. Isso será importante na hora de enfrentar nossos dois maiores adversários na competição, que são Argentina e Venezuela. Mas acho que nossa estreia na competição será agora contra a Colômbia. É um jogo contra o time da casa, que possui jogadores mais preparados do que Peru e Uruguai – disse o oposto.


Estreando como titular da equipe, o levantador Marlon, que acabou entrando no time devido a lesão de Bruninho, está confiante no rápido entrosamento com os outros jogadores.


- A adaptação está sendo tranquila para mim. Eu já conheço muito o grupo e falta só pegar um pouco mais de ritmo de jogo para as partidas mais importantes do Sul-Americano, que serão contra Venezuela e Argentina.


Depois de enfrentar a Colômbia, o Brasil ainda terá três partidas pelo Sul-Americano: Chile (quarta-feira, 15h), Venezuela (quinta-feira, às 19h) e Argentina (sexta-feira, às 21h).

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Seleção Masculina - Em apenas 48 minutos, Brasil arrasa o Peru e vence na estreia no Sul-Americano


A estreia do Brasil no Sul-Americano de vôlei durou apenas 48 minutos. Foi o tempo necessário para que a equipe de Bernardinho fizesse 3 sets a 0 (25/15, 25/14 e 25/10) na seleção do Peru. Nesta segunda-feira, a seleção volta a quadra em Bogotá, na Colômbia, para enfrentar o Uruguai, às 19h (horário de Brasília).

Sem contar com Bruninho, que fraturou o pulso direito em treinamento no sábado, o Brasil não teve problemas para superar a seleção peruana. A única dificuldade foi a altura de 2.640m.


- O time se mostrou bem, principalmente no ataque e no bloqueio. No entanto, devido à altitude, erramos muito no saque, que vinha sendo uma importante arma para nós. É um problema que iremos ter que enfrentar. Respeitamos muito todos os times, mas acredito que Venezuela e Argentina continuam sendo nossos maiores adversários, já que possuem experiência internacional - diz Bernardinho.O ponteiro Murilo, o oposto Leandro Vissotto e o meio-de-rede Lucas foram os destaques da equipe brasileira na partida. Pelo lado peruano, o técnico Antonio Pérez espera que seus jogadores tenham um melhor desempenho nas outras partidas da competição. Para ele, seu time enfrentou "os melhores do mundo” neste domingo.


Depois do jogo contra o Uruguai, a equipe verde-amarela jogará contra a Colômbia, dona da casa, às 21h (horário de Brasília), na terça-feira. O Brasil ainda enfrenta Chile, Venezuela e Argentina.

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Seleção Masculina - Brasil teme que falta de estrutura seja o maior adversário no Sul-Americano


O Brasil sabe quem são os adversários no Campeonato Sul-Americano, que começa no sábado, em Bogotá, na Colômbia. Peru, Uruguai, Colômbia, Chile, Venezuela e Argentina são antigos conhecidos. No retrospecto contra estes times, a vantagem é para a equipe do técnico Bernardinho. No do campeonato, hegemonia absoluta. A seleção brasileira não perde desde 1951, primeira vez em que disputou o torneio. Porém, um rival amedronta os jogadores: a possível falta de estrutura.


- Os adversários a gente já conhece muito bem. Mas vale frisar que não vamos chegar na Colômbia cantando vitória antes do tempo. Achando que depois da conquista do octa da Liga Mundial, vamos ganhar todo mundo. Não é assim. Vamos chegar com muita cautela e respeitando os nossos rivais. Mas, na verdade, estamos muito ansiosos para ver o que nos espera em relação à estrutura - confessou o ponteiro Murilo.


O Sul-Americano é uma competição importante, pois dá ao vencedor o direito de jogar a Copa dos Campeões, em novembro, no Japão. Na última edição, no Chile, o Brasil sofreu com problemas de estrutura. Nos jogos em Viña Del Mar, o ginásio era aberto e não tinha sistema de aquecimento. O inverno de setembro, período em que aconteceu a disputa, obrigou a Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) a providenciar aquecedores manuais para a seleção. Os jogadores ainda penaram com a quadra dura, que poderia ocasionar graves lesões.

Nas partidas em Santiago, onde aconteceu a fase final, o ginásio pequeno e mal localizado não chegou a ser um transtorno. O vestiário, no entanto, estressou os jogadores. Além de sujo e apertado, não comportava todo o grupo. Experiente em viagens pelo mundo, o capitão Giba disse que tem o hábito que falar para os companheiros que esperem o pior possível dos lugares aonde vão. Segundo ele, é uma tática que funciona.


- É melhor pensarmos que vai ser muito, muito ruim. Assim, quando chegarmos lá não será tão traumático. Dependendo do que a gente encontrar, como estávamos esperando o pior, pode até ser bom. Muitas vezes, como já aconteceu, muito bom. Mas essa questão de estrutura, realmente, nos preocupa muito. Em função da nossa ida ao Sul-Americano, estamos fazendo uma semana mais pesada nos treinamentos. Precisamos estar muito bem, pois não sabemos o que nos espera - disse ele.

Sete equipes brigam pelo título do Sul-Americano, que dá ao campeão o direito de jogar a Copa dos Campeões, em novembro, no Japão. O sistema de disputa é todos contra todos e, sendo assim, a equipe que mais pontos fizer será a campeã.

O time brasileiro entra em quadra apenas no domingo, às 15h (de Brasília), contra o Peru. No dia seguinte, o adversário será o Uruguai, no mesmo horário. Na terça-feira, a equipe verde-amarela joga contra a Colômbia, dona da casa, às 17h (de Brasília).


A trajetória do Brasil termina com as partidas contra Chile, na quarta-feira, às 13h (de Brasília), Venezuela, às 15h (de Brasília), e Argentina, às 17h (de Brasília).