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segunda-feira, 18 de abril de 2011

SUPERLIGA FEMININA: Rio repete placar diante do Pinheiros e vai à sétima final seguida da Superliga


Pinheiros lutou bravamente, mas não foi páreo para o Rio de Janeiro. Embalado pelos 6.200 torcedores presentes no Maracanãzinho, a equipe de Bernardinho repetiu o placar do primeiro jogo, quando venceu por 3 sets a 0 (25/18, 25/19 e 25/19) e se classificou para sua sétima final seguida na Superliga Feminina. Destaque no set decisivo, Juciely anotou 14 pontos e foi a maior pontuadora do jogo ao lado de Ju Costa, do time paulista.

- O time jogou muito bem taticamente. Dani Lins jogou muito bem, nossas centrais... Sabemos que, para chegar forte em uma decisão, o time tem que jogar muito coeso, não depender só de uma ou outra jogadora. Nosso bloqueio funcionou pressionando o time delas - disse Fabi, eleita a melhor em quadra.

Karine, escalada como titular do Pinheiros na vaga de Fabíola, que sofreu uma torção no tornozelo na última terça e assistiu ao jogo da arquibancada, lamentou os erros da equipe.

- Treinamos muito bem o saque durante a semana, mas hoje não entrou. Parar um time como o Rio sem quebrar o passe é muito difícil. Além disso, a nossa defesa poderia ter funcionado um pouco mais, e perdemos momentos cruciais no ataque - avaliou.

O Rio de Janeiro agora aguarda o vencedor do confronto entre Vôlei Futuro e Osasco, que ainda não tem data para ser realizado devido ao acidente de ônibus envolvendo o clube de Araçatuba.

Antes da partida, durante a execução do Hino Nacional, o Pinheiros estendeu uma faixa em homenagem a líbero Stacy Sykora, do Vôlei Futuro, que está internada no hospital Sírio Libanês desde a última terça-feira: “Nós do Pinheiros estamos orando pela sua recuperação. Volta logo, Stacy”.

Fonte: globo.com

sexta-feira, 15 de abril de 2011

SUPERLIGA FEMININA 10/11: Unilever a uma vitória de mais uma final

A Unilever busca o sétimo título do torneio

Neste SÁBADO (16.04), na segunda partida do playoff melhor-de-três da Superliga Feminina 10/11 entre a Unilever (RJ) e o Pinheiros/Mackenzie (SP) a palavra vitória terá um significado diferente para as duas equipes. Se o time do Rio de Janeiro sair de quadra com o resultado positivo a equipe alcançará pela 10ª vez a final da competição e lutará pelo sétimo título. Já para as atuais campeãs paulistas somente a vitória interessa para forçar o terceiro jogo da série. O confronto será realizado, às 10h, no ginásio do Maracañazinho, no Rio de Janeiro. A Rede Globo e o Esporte Interativo transmitirão ao vivo.

Na primeira partida do playoff realizada na última sexta-feira a Unilever venceu o Pinheiros/Mackenzie por 3 sets a 0. O resultado foi diferente dos dois primeiros confrontos entre as equipes pela fase de classificação vencidos pelas cariocas por 3 sets a 2.

“Sem querer tirar o mérito do time delas, no primeiro jogo realizamos uma partida abaixo do que estamos acostumados a jogar. Temos que recuperar o nosso padrão de jogo para nos apresentarmos melhor”, afirma o treinador do Pinheiros/Mackenzie, Paulo Coco.

O técnico do grupo paulista não sabe se poderá contar com a levantadora Fabíola que sofreu uma entorse no tornozelo direito durante os treinamentos. Para ter uma apresentação melhor do que na última partida, Paulo pede que seu time tenha uma atenção especial com um fundamento: o passe.

“Temos que jogar com uma recepção mais equilibrada para quebrar o bloqueio delas. O nosso sistema defensivo também precisa funcionar melhor. A Unilever é muito forte e sólida. No último jogo elas nos colocaram em algumas dificuldades que não soubemos sair”, explica Paulo.

O Pinheiros/Mackenzie luta para chegar a sua primeira final na competição. As paulistas disputam a semifinal pela quarta vez na sua história. No ano passado elas terminaram em quarto lugar. No confronto direto entre as equipes são 34 vitórias das hexacampeãs do torneio e três triunfos das bicampeãs paulistas.

Bernardinho: “Retrospecto não garante nada”

Apesar da pequena vantagem na série Bernardinho, treinador da Unilever, lembrou que nada está definido no playoff.

“Retrospecto não garante nada. O importante é olhar para frente porque as vitórias anteriores não nos dão vantagem”, diz o treinador, acrescentando que o Pinheiros/Mackenzie é um time aguerrido que luta até o fim.

“Elas já mostraram que conseguem reverter situações adversas. Nas quartas de final, por exemplo, perderam a primeira partida do Minas, em casa, mas depois venceram as outras duas em Belo Horizonte e passaram para a semifinal. O importante é não relaxar”, garante o técnico.

Fonte: CBV.