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terça-feira, 19 de abril de 2011

SUPERLIGA FEMININA: Pela final, Sollys deixa compaixão fora da quadra

Sollys, de Camila Brait, recebe nesta quarta o Vôlei Futuro

Embora tenha espírito de solidariedade com o momento em que estão passando as rivais do Vôlei Futuro, o Sollys/Osasco quer deixar esta compaixão do lado de fora da quadra e sair na frente na disputa por uma vaga na final da Superliga feminina de vôlei.

Nesta quarta-feira (20), as duas equipe realizarão o primeiro jogo das semifinais, a partir das 17 horas, em Osasco. A partida era para ocorrer na última terça-feira (12), mas devido ao acidente de ônibus com a equipe do Vôlei Futuro foi transferida.

Esperto com as adversárias, o Sollys acredita que os momentos de dificuldades pelos quais o time de Araçatuba passou nos últimos dias devem servir para incentivar ainda mais o elenco rival. Por isso, toda atenção é pouco.

“É lógico que respeitamos tudo que aconteceu com o time do Vôlei Futuro, e torcemos pela recuperação de todas as jogadoras. Elas têm uma grande equipe com atletas como a Fabiana e a Paula Pequeno e vão jogar ainda mais motivadas contra o nosso grupo”, disse a líbero Camila Brait.

Com oito dias de atraso em relação à data inicial do duelo, o Sollys aproveitou para acertar os detalhes e fazer os últimos ajustes na equipe. “Esse tempo sem jogar serviu para o nosso time se concentrar ainda mais para essa partida. Vamos entrar com tudo no jogo, pois jogamos dentro de casa e queremos sair com vantagem na série”, finalizou Camila.

A equipe vencedora da série melhor-de-três brigará pelo título nacional com a Unilever, que já se classificou à final. A disputa pelo ouro acontecerá no próximo dia 30 de abril, a partir das 10 horas.

Fonte: Saque Viagem.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

SUPERLIGA MASCULINA: Com 2 mil 'jogadores' a mais, Cruzeiro despacha o Vôlei Futuro e vai à final


Eram seis de um lado da quadra, e 2.006 do outro. O caldeirão prometido pelo Cruzeiro na noite de sexta-feira se concretizou no Ginásio do Riacho, em Contagem. A torcida cantou do início ao fim, provocou Michael, gritou e empurrou o time para uma vitória inapelável. Na quadra, a equipe mineira derrotou o Vôlei Futuro por 3 sets a 0, com parciais de 25/22, 25/23 e 25/20, fez 2 a 1 no confronto das semifinais e se classificou para disputar, no domingo de Páscoa, sua primeira decisão de Superliga masculina.

Agora, a promessa é de um caldeirão nove vezes maior para a final, que será disputada contra o Sesi. O palco da decisão será o Mineirinho, em Belo Horizonte, com capacidade para 17.800 pessoas. O confronto está marcado 24 de abril, às 10h.

Eleito o melhor da partida, o central Douglas, de 1,97m, passou por cima do bloqueio do Vôlei Futuro e comemorou o passaporte para a final.

- É muito difícil para um meio de rede da minha altura passar pelo bloqueio do Lucão e do Vissotto. A gente veio com um pressão muito grande de Araçatuba. E com o apoio dessa torcida maravilhosa a gente conseguiu se superar - festejou o jogador.

Antes de a bola subir, o ambiente no ginásio parecia tranquilo – por algum tempo. Cartazes de apoio a Michael nas arquibancadas; os adversários Ricardinho, Acácio e William batendo papo; jogadores do Vôlei Futuro brincando de bobinho. O clima sereno acabou quando Lucão parou para contar os passos da área de saque e reclamou que ela estava menor do que no dia anterior, quando o time paulista treinou no ginásio. Empurra placa para aqui e para lá, muita reclamação e pouco entendimento entre os dois times. Para completar, a torcida botou lenha na fogueira com provocações a Michael. Gritou “Richarlyson”, em referência ao jogador do Atlético-MG, que já foi envolvido em polêmicas relativas à homossexualidade, e completou com o coro “Doutor, eu não me engano, o Michael é atleticano”.

Fonte: globo.com

sexta-feira, 15 de abril de 2011

SUPERLIGA MASCULINA: Antes de jogo decisivo, Cruzeiro e Vôlei Futuro adotam táticas distintas


Depois de dois jogos decididos em três sets, os técnicos de Cruzeiro e Vôlei Futuro apostaram em táticas diferentes na preparação para a partida que decide a série semifinal. Enquanto Marcelo Mendez, da equipe mineira, fez uma atividade nesta sexta-feira, Douglas Cezar preferiu um treinamento intenso na véspera, dando um descanso a seus atletas na manhã do confronto, marcado para as 20h30m, em Contagem. O vencedor irá à final da Superliga.

Na quinta-feira, antes do treino cruzeirense propriamente dito, tempo para uma brincadeira entre os atletas: o “manchetobol”, espécie de “rachão” do vôlei, em que os jogadores formam dois times e só podem tocar de manchete. Depois, coletivo e treinos de ataques e saques.

– Pode escrever aí que sou o rei do manchetobol. Ganho de todos esses caras. Mas o melhor não é nem o jogo, é depois, ficar tirando onda. Mas tem que brincar, né? Essas horas que vai afunilando, a gente passa a semana muito tenso. A gente consegue fazer as coisas com seriedade, mas consegue descontrair – disse o líbero Serginho, um dos mais animados na brincadeira.

A atividade da manhã de sexta começou com uma conversa do técnico Marcelo Mendez antes de um trabalho de saque e passe. Nos dois dias, torcedores e curiosos que passavam pelo Ginásio do Riacho aproveitavam a porta aberta para dar uma olhada na movimentação dos atletas.

– É só um ajuste, ajustamos um pouco o saque. Trabalhamos o ano todo no dia dos jogos, e não fizemos diferente hoje. Acho que vai ser um jogo duro, como os outros dois. Quem trabalhar melhor os detalhes, quem trabalhar melhor o ataque, vai fazer a diferença – analisou o argentino.



No Vôlei Futuro, a descontração era comandada pelo levantador Ricardinho e pelo ponteiro cubano Pedro Iznaga, que comemoravam e gritavam a cada ponto conseguido em um treino muito disputado, que simulou diversas situações de jogo. Os jogadores só deixaram a quadra depois de suarem muito e repetirem exaustivamente cada jogada.

– A gente precisava fazer um treino com uma intensidade boa porque é a quadra onde tudo vai acontecer. Mas aí tiramos o treino da sexta de manhã, vamos trabalhar mais com vídeos em cima de coisas do jogo e dar um descanso para eles, para estar tudo pronto para o jogo – explicou Douglas Cezar.

Fonte: globo.com

SUPERLIGA FEMININA 10/11: Unilever a uma vitória de mais uma final

A Unilever busca o sétimo título do torneio

Neste SÁBADO (16.04), na segunda partida do playoff melhor-de-três da Superliga Feminina 10/11 entre a Unilever (RJ) e o Pinheiros/Mackenzie (SP) a palavra vitória terá um significado diferente para as duas equipes. Se o time do Rio de Janeiro sair de quadra com o resultado positivo a equipe alcançará pela 10ª vez a final da competição e lutará pelo sétimo título. Já para as atuais campeãs paulistas somente a vitória interessa para forçar o terceiro jogo da série. O confronto será realizado, às 10h, no ginásio do Maracañazinho, no Rio de Janeiro. A Rede Globo e o Esporte Interativo transmitirão ao vivo.

Na primeira partida do playoff realizada na última sexta-feira a Unilever venceu o Pinheiros/Mackenzie por 3 sets a 0. O resultado foi diferente dos dois primeiros confrontos entre as equipes pela fase de classificação vencidos pelas cariocas por 3 sets a 2.

“Sem querer tirar o mérito do time delas, no primeiro jogo realizamos uma partida abaixo do que estamos acostumados a jogar. Temos que recuperar o nosso padrão de jogo para nos apresentarmos melhor”, afirma o treinador do Pinheiros/Mackenzie, Paulo Coco.

O técnico do grupo paulista não sabe se poderá contar com a levantadora Fabíola que sofreu uma entorse no tornozelo direito durante os treinamentos. Para ter uma apresentação melhor do que na última partida, Paulo pede que seu time tenha uma atenção especial com um fundamento: o passe.

“Temos que jogar com uma recepção mais equilibrada para quebrar o bloqueio delas. O nosso sistema defensivo também precisa funcionar melhor. A Unilever é muito forte e sólida. No último jogo elas nos colocaram em algumas dificuldades que não soubemos sair”, explica Paulo.

O Pinheiros/Mackenzie luta para chegar a sua primeira final na competição. As paulistas disputam a semifinal pela quarta vez na sua história. No ano passado elas terminaram em quarto lugar. No confronto direto entre as equipes são 34 vitórias das hexacampeãs do torneio e três triunfos das bicampeãs paulistas.

Bernardinho: “Retrospecto não garante nada”

Apesar da pequena vantagem na série Bernardinho, treinador da Unilever, lembrou que nada está definido no playoff.

“Retrospecto não garante nada. O importante é olhar para frente porque as vitórias anteriores não nos dão vantagem”, diz o treinador, acrescentando que o Pinheiros/Mackenzie é um time aguerrido que luta até o fim.

“Elas já mostraram que conseguem reverter situações adversas. Nas quartas de final, por exemplo, perderam a primeira partida do Minas, em casa, mas depois venceram as outras duas em Belo Horizonte e passaram para a semifinal. O importante é não relaxar”, garante o técnico.

Fonte: CBV.